“Da pele para dentro começa a minha exclusiva jurisdição. Elejo eu aquilo que pode ou não cruzar essa fronteira. Sou um estado soberano, e as fronteiras da minha pele parecem-me muito mais sagradas que os confins políticos de qualquer país.”
Anónimo contemporâneo, em Apêndice Fenomenologia das Drogas (Historia General de las Drogas, A. Escohotado)
Auto ou hetero-determinação?

rita- Número de Mensagens: 5
Data de inscrição: 17/04/2007
- Mensagem 1
Auto ou hetero-determinação?

Andrei- Número de Mensagens: 16
Data de inscrição: 03/05/2007
- Mensagem 2
Re: Auto ou hetero-determinação?
Concordo com a ideia rita mas acho que não se pode simplificar a isso, os efeitos são visiveis exteriormente às fronteiras da "tua" pele logo não te "afecta" só a ti. Não te podes limitar aos efeitos que tem em ti mas também ter em conta os efeitos que o teu estado alterado pode ter nas pessoas que te rodeiam.

rita- Número de Mensagens: 5
Data de inscrição: 17/04/2007
- Mensagem 3
Re: Auto ou hetero-determinação?
Concordo também contigo. As nossas ideias são diferentes, mas completamente compatíveis
Identifico-me muito com o excerto que coloquei aqui no sentido em que fala daquilo que deve ser a liberdade individual de escolha, escolha que deve ser pensada, ponderada e, claro, não deve prejudicar os outros. Se a minha decisão não prejudicar ninguém a não ser a mim própria (esperemos que não
, então não vejo por que razão podem as leis de um país impedir-me de a tomar...
Obrigada por partilhares a tua diferença de opinião
See you
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legalize- Número de Mensagens: 27
Data de inscrição: 15/11/2007
- Mensagem 4
Re: Auto ou hetero-determinação?
Gostei Rita.


Daniel- Número de Mensagens: 19
Data de inscrição: 23/08/2007
- Mensagem 5
Re: Auto ou hetero-determinação?
Mais umas achas para a fogueira..mas digamos que a "war on drugs" está muito mal representada.. :S
P.S. - Agora que aprendi a meter vídeos ninguém me pára!

hUgo- Número de Mensagens: 65
Idade: 31
Data de inscrição: 16/04/2007
- Mensagem 6
Re: Auto ou hetero-determinação?
Boas achas...
Bem, parece que há jornalistas que não são suficientemente rigorosos para deixarem de lado as suas opiniões e com isso nem deixam as dos convidados ser devidamente expressas. O perto que estamos hoje em dia de uma censura disfarçada de tolerância mas neste caso nem é quase dada a oportunidade de defender um ponto de vista mas somente a oportunidade de ser ofendido publicamente, pelo jornalista que mostra não estar a desempenhar o seu papel. Chama o convidado para começar por um esclarecedor "You know that... I think you´re crazy on this...". Depois de expressar a sua opinião mais que o próprio convidado diz-lhe "I´ll give you the last word" mas não cumpre a promessa, acabando por ser ele (que fala sempre mais alto que o convidado) a encerrar o assunto. Certamente não fará isto com todos. É subjectividade a mais julgo eu...
Fiquei sem perceber assim tão bem o conteúdo geral do livro de que se fala. Mas parece de facto cair no radicalismo oposto ao do jornalista, se bem que nenhum justifique o outro.
Pelo título e pelo que o autor disse não parece de facto haver cuidado em abordar a existência de riscos, dando-se apenas uma ideia positiva do consumo, o que podia ter sido explorado.
P.S. é isso mesmo
Bem, parece que há jornalistas que não são suficientemente rigorosos para deixarem de lado as suas opiniões e com isso nem deixam as dos convidados ser devidamente expressas. O perto que estamos hoje em dia de uma censura disfarçada de tolerância mas neste caso nem é quase dada a oportunidade de defender um ponto de vista mas somente a oportunidade de ser ofendido publicamente, pelo jornalista que mostra não estar a desempenhar o seu papel. Chama o convidado para começar por um esclarecedor "You know that... I think you´re crazy on this...". Depois de expressar a sua opinião mais que o próprio convidado diz-lhe "I´ll give you the last word" mas não cumpre a promessa, acabando por ser ele (que fala sempre mais alto que o convidado) a encerrar o assunto. Certamente não fará isto com todos. É subjectividade a mais julgo eu...
Fiquei sem perceber assim tão bem o conteúdo geral do livro de que se fala. Mas parece de facto cair no radicalismo oposto ao do jornalista, se bem que nenhum justifique o outro.
Pelo título e pelo que o autor disse não parece de facto haver cuidado em abordar a existência de riscos, dando-se apenas uma ideia positiva do consumo, o que podia ter sido explorado.
P.S. é isso mesmo



